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	<title>União Planetária</title>
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	<description>Não há ideologia superior à solidariedade!</description>
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		<title>Brasil terá mais de 40 instituições no 6º Fórum Mundial da Água</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 20:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O 6º Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, acontece de 12 a 17 de março em Marselha, na França.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2697" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="2012021017208" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2012021017208.jpg" alt="" width="312" height="397" />O 6º Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre o tema, acontece de 12 a 17 de março em Marselha, na França. Estima-se a participação de cerca de 20 mil pessoas de 140 países reunidas em busca de soluções para os principais desafios que envolvem o tema água, uma das prioridades da agenda internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Organizado pela Seção Brasil do Conselho Mundial da Água, a participação brasileira ocorre em duas frentes: em várias das mais de cem sessões oficiais do Fórum; e nas atividades do Pavilhão Brasil, organizado por mais de 40 instituições. A delegação brasileira será chefiada pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. O Pavilhão Brasil terá auditório para apresentações, sala de reuniões, media center, estandes e espaço dedicado à Rio+20.</p>
<p style="text-align: justify;">As instituições brasileiras responsáveis pelo Pavilhão Brasil farão reuniões de trabalho, sessões técnicas e outras ações relacionadas ao Fórum, para difundir e compartilhar experiências com instituições de vários países e identificar oportunidades de parcerias.</p>
<p style="text-align: justify;">Organizado pelo Conselho Mundial da Água (WWC – World Water Council) e o país anfitrião, o Fórum Mundial da Água ocorre a cada três anos, sempre no mês de março, quando no dia 22 celebra-se o “Dia Mundial da Água”. O tema escolhido para esta edição é “Tempo para Soluções”. O objetivo do Fórum é aumentar a importância da água na agenda política dos governos, aprofundar discussões, trocar experiências para os atuais desafios e formular propostas concretas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para esta edição do Fórum, o conselho Mundial da Água elegeu três prioridades de ação: Boa Governança, Contribuição para Desenvolvimento Econômico e Preservação. No contexto regional das Américas, foi decidido priorizar seis temas: Água e Saneamento, Água e Adaptação às Mudanças Climáticas, Gestão Integrada de Recursos Hídricos, Água para Alimento, Água para Energia e Melhoria da Qualidade dos Recursos Hídricos e Ecossistemas.</p>
<p style="text-align: justify;">A participação brasileira no 6° Fórum é liderada por um colegiado denominado Seção Brasil do Conselho Mundial da Água, que reúne vinte e dois membros efetivos a e vinte instituições convidadas, o que coloca o Brasil na condição de quinto país em termos de representação nacional junto ao Conselho Mundial de Água.</p>
<p>  Fonte: ANA</p>
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		<title>Sim à vida e não à mídia do sangue</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/sim-a-vida-e-nao-a-midia-do-sangue/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando a mídia divulga tragédia, as pessoas acabam vibrando essa energia ruim, de medo e pânico, virando um ciclo que gera mais notícias ruins. Quebre isso já!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2690" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="905071_34672630" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/905071_34672630.jpg" alt="" width="368" height="277" />As emissoras de rádio e tv e a mídia impressa deveria ter vergonha por transmitir tanta notícia ruim diariamente. A cada dez notícias anunciadas, &#8220;nove e meia&#8221; são de atrocidades: assassinato&#8230;, roubo&#8230;, assassinato&#8230;, roubo&#8230;, assassinato, roubo, tragédia&#8230;&#8230;., PAREM COM ISSO, JÁ! Será que não percebem que estão contribuindo com a manutenção dessas insanidades na vida de nossa sociedade?</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fazerem essas transmissões estão permitindo que as pessoas vibrem nessa energia ruim, virando um ciclo: mais notícias ruins, mais pessoas vendo isso&#8230;., no dia seguinte todos comentam entre si no trabalho, nas escolas, aonde quer que estejam o assunto gira em torno disso! Assim continuamos vibrando nessa freqüência negativa, então não podemos esperar outros resultados a não ser mais assassinatos, roubos, tragédias&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Temos muito o que celebrar na vida!!! Transmitam, explorem, notícias EDUCATIVAS diariamente: como cuidar do Planeta reciclando; COMO EDUCAR SEUS FILHOS, para deixarmos bons seres humanos para o mundo; mostrar boas condutas de pessoas anônimas; a importância da família estruturada, afinal é a base da sociedade. Mostrar como é bom a pessoa optar por uma vida saudável, fazendo exercícios diariamente, evitando excessos em álcool, banindo o tabagismo de suas vidas. Como podem perceber, são infinitas possibilidades de matérias positivas que CELEBRAM A VIDA.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim vocês irão colaborar, efetivamente, para uma vida em paz e em harmonia, proporcionando felicidade ao mundo, o que todos procuram&#8230;FELICIDADE!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Wesley Lucas</p>
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		<title>Cine Supren: A Corrente do Bem</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/cine-supren-a-corrente-do-bem/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 15:59:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A Corrente do Bem, marca o primeiro Cine Supren do ano, no Espaço Cultural da União Planetária.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2684" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="A corrente" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/A-corrente.jpg" alt="" width="260" height="173" />Caros amigos</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos recomeçando nosso Cine Supren de 2012. Desta vez assistiremos <em>A corrente do bem</em>, um filme que traz a reflexão sobre o impacto das nossas ações e a qualidade delas:  um ato de amor, de solidariedade e responsabilidade pode mudar vidas, muda o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acompanhem-nos nesta sexta feira 17 de vevereiro às 19:00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Local: SHIN QL 13 Conjunto 5 Casa 19, Lago Norte</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Telefones de contato: 33681752/ 99198285</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>ENTRADA FRANCA!!</p>
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]]></content:encoded>
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		<title>Carta aberta sobre a falta de ética na TV</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/carta-aberta-sobre-a-falta-de-etica-na-tv/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 02:01:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[As palavras tem um eco que vai além do seu universo particular. O que é dito por formadores de opinião vai adiante, vai fundo, e principalmente hoje em dia, vai rápido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2676" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="1082280_82575944" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/1082280_825759441.jpg" alt="" width="368" height="343" />Carta Aberta</p>
<p style="text-align: justify;">A semana que passou foi particularmente pesada para as pessoas que, como aquele amigo ao qual a senhora se refere no vídeo que tive a infelicidade de assistir hoje pela manhã, consideram a bicicleta como um meio de transporte, de vida saudável e de desenvolvimento urbano sustentável. Dois desses risíveis sonhadores &#8211; um com 21 e outro com 41 anos &#8211; foram atropelados e mortos em menos de 24 horas. O primeiro vítima de um motorista embriagado, e o segundo supostamente de um caminhoneiro que dormiu ao volante.</p>
<p style="text-align: justify;">Em ambos os casos, podemos argumentar que as mortes foram acidentais, já que ninguém, por mais embriagado ou sonolento que esteja, desejaria matar uma pessoa. Logicamente que isso não exime a responsabilidade dos motoristas, e muito menos traz de volta à vida os ciclistas mortos. Mas fica, lá no fundo, aquela sensação de que se os condutores estivessem em pleno domínio de suas faculdades mentais, tudo poderia ter sido evitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Entra em cena &#8211; literalmente &#8211; o vídeo mencionado acima. Depois de assistí-lo várias vezes &#8211; primeiro para ter certeza de que aquilo que eu pensei ter ouvido realmente foi dito, e depois para ter certeza de que não foi desdito &#8211; minha primeira reação foi torcer para que o que vi tenha sido uma infelicidade de edição, daquelas em que só nos é mostrado o conteúdo podre, visando confundir a percepção do ouvinte ou prejudicar a imagem do interlocutor. Se esse for o caso, minha retratação virá prontamente &#8211; assim que o conteúdo integral for apresentado.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não for, então me vejo obrigado a estender um pouco essa cartinha, não tanto com a pretensão de que a senhora chegue a recebê-la, mas mais como catarse. Afinal, com os dois ciclistas que morreram eu só posso falar em pensamento. Para os familiares deles, não teria palavras. Mas para as suas declarações, e principalmente para o seu comportamento enquanto elas foram feitas, eu tenho muitos pensamentos, muitas palavras, e nenhum impedimento para externá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a senhora deixa claro que em sua opinião a bicicleta não é um meio de transporte. Aí vem minha primeira dúvida: se eu vou de casa para o trabalho de bicicleta, como fazem milhares de pessoas por opção ou necessidade no Brasil e outros milhares mundo afora, e ela não é um meio de transporte, o que é então &#8211; além é claro de um obstáculo no caminho de motoristas bêbados, sonolentos e apressados? Ou de motivo de ironias, chacotas e piadas em rodinhas de bate-papo de gente inteligente e valente como a senhora, que munida apenas de um Ipod enfrenta engarrafamentos gigantescos?</p>
<p>Enquanto a sua resposta não vem, eu tenho a minha, inspirada nesse mesmo vídeo.</p>
<p style="text-align: justify;">A bicicleta é a muleta do ciclista, que por sua vez é um animal com necessidades especiais de locomoção. Para esse animal, o carro, que seria a opção in, não serve. Ele realmente tem necessidades especias, tipo fazer exercício, sentir o vento no rosto, contribuir com o desenvolvimento urbano sustentável (eu sei, eu sei, isso é uma ameaça séria para os amantes de engarrafamento, mas&#8230;.), diminuir a conta de combustível (eu sei, eu sei, quem pode comprar um Ipod nem sabe o preço do litro da gasolina, mas&#8230;.) e outras tolices de eco-chatos e demais formas de existência nocivas ao bem estar do cidadão comum.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, se a bicicleta não for isso, seria ótimo que passasse a ser. Porque nesse caso, de cara, duas coisas ótimas iriam acontecer:</p>
<p style="text-align: justify;">1) na qualidade de portadores de necessidades especiais de locomoção, os ciclistas teriam direto à vagas privilegiadas em supermercados, bancos, escolas e nas ruas. E a partir daí a polícia não precisaria mais ser mobilizada para arrombar cadeados de bicicletas presas a postes de luz;</p>
<p style="text-align: justify;">2) na qualidade de animais, os ciclistas passariam a ser protegidos por associações, instituições e similares, e poderiam trafegar pelas ruas sentindo-se assimilados pela comunidade ao invés de expurgados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, francamente, não tenho muitas ilusões a esse respeito. Como a senhora mesmo diz, &#8220;já imaginou hi hi hi um bando de paulistanos ho ho ho indo trabalhar de bicicleta rá rá rá?&#8221; É, não dá pra imaginar. Se isso acontecesse, o Brasil &#8211; ou São Paulo ao menos &#8211; transformar-se-ia subitamente numa Amsterdam, numa Copenhagen ou numa Minneapolis &#8211; que como todos sabemos são lugares de péssima qualidade de vida, haja visto a probabilidade cada vez menor de engarrafamentos (onde escutar música então, oh céus??). E quem, em sã consciência, poderia desejar isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Alias, &#8220;como a senhora mesmo diz&#8221; é realmente o grande motivo que me traz ao teclado. Monica Waldvogel, quer eu concorde, goste, acredite ou não, é uma formadora de opinião. E como tal, suas palavras tem um eco que vai além do seu universo particular. O que é dito por formadores de opinião vai adiante, vai fundo, e principalmente hoje em dia, vai rápido. Ergo, pessoas que assistiram ao seu singular e risonho depoimento acerca da total inutilidade da bicicleta como meio de transporte, e por consequência da imbecilidade de quem insiste em utilizá-la como tal, podem acabar influenciadas por esses seus (pre)conceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">E se isso acontecer, a senhora para mim é responsável por delito muito maior do que os atropelamentos acima. A senhora, ao ridicularizar o ciclismo como movimento urbano digno de respeito, atropelou não um, nem dois, mas centenas de milhares de indivíduos que usam a bicicleta por prazer ou necessidade. Sabe por que? Por que estava (até que se prove em contrário) sã! Passava no teste do bafômetro, não parecia sonolenta, e muito menos arrependida do que falou. A senhora atropelou o ciclismo e todos os ciclistas brasileiros olhando para uma câmera de televisão, sabendo que estava sendo filmada, e depois, rindo esganiçada, deu a ré e passou por cima de novo.</p>
<p style="text-align: justify;">O seu trunfo é um só: ao contrário dos motoristas, cujo mal foi feito e não pode mais ser desfeito, a senhora tem como voltar atrás. Não precisa mudar de opinião &#8211; não é esse o ponto. A senhora pode, deve, e tem todo o direito de defender-se de engarrafamentos e da chuva dentro de um carro sequinho com som ambiente. Mas reforçar essa verdade e esse direito não implica em fazer daqueles que optam por pedalar em duas rodas a céu aberto &#8211; mesmo correndo o risco de tomar chuva (éca!) &#8211; motivo de chacota.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredito que o mundo seja grande o bastante para que cada um tenha garantido o seu espaço e o respeito às suas preferências. Olhando para a linha do tempo e ao redor do nosso espaço, imagino que os animais com deficiência de locomoção apoiados sobre suas muletas de duas rodas &#8211; esses bípedes defeituosos porém teimosos &#8211; acabarão transformando seu universo à imagem, por exemplo, da Holanda. Lá serão felizes, indo e vindo sob o sol ou sob a chuva, com seus meios-de-seja-lá-o-que-for. Já os membros da sua seita &#8211; seres que precisam apoiar-se em quatro rodas sob pena de morrerem estagnados &#8211; os poderosos e indestrutiveis quadrúpedes &#8211; serão eternamente felizes em lugares como Bangladesh, Cidade do Cairo ou &#8211; para que ir tão longe afinal &#8211; a marginal Pinheiros em 2012 num dia de chuva.</p>
<p style="text-align: justify;">Amanhã, apesar do medo, da tristeza e de um certo inconformismo, vou pedalar. Quem sabe quando voltar para casa não encontrarei na caixa de mensagens um outro vídeo seu, que embora não traga de volta os ciclistas mortos terá o poder indescritível de restaurar a dignidade que as suas palavras e atitudes roubaram daqueles que ficaram e dos que ainda virão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sem mais,</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Maximilian Frederick Leisner</p>
<p>Ciclista amador, pai de família e, por hora, cidadão inconformado</p>
<p>http://maxkonabikes.blogspot.com/2012/02/carta-aberta-sra-monica-waldvogel.html</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista aqui o vídeo que provoucou a carta<br />
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		</item>
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		<title>Mulheres da zona rural aprendem a produzir sacolas retornáveis</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/mulheres-da-zona-rural-aprendem-a-produzir-sacolas-retornaveis/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Aprendizado ajudará aumento da renda familiar. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2660" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Cumaru-Zona-rural" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Cumaru-Zona-rural.jpg" alt="" width="368" height="277" />Mulheres da área rural aprendem, em curso promovido pelo GDF, a transformar materiais recicláveis em sacolas que serão vendidas na Ceasa. Aprendizado ajudará aumento da renda familiar.</p>
<p style="text-align: justify;">Retalhos, sacos de trigo e faixas de propaganda são matérias-primas que vão gerar renda e uma nova ocupação para moradoras de comunidades rurais localizadas no estado de Goiás, entorno com o Distrito Federal. Até quinta-feira (16), moradoras de cinco assentamentos participam de curso de costura e confecção de sacolas retornáveis, que serão comercializadas durante o Dia da Sacola Cheia, nas Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa), uma vez ao mês – promoção que objetiva proporcionar à população o acesso a alimentos saudáveis com preços mais acessíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A iniciativa faz parte das atividades propostas pelo Governo do Distrito Federal por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF) para o desenvolvimento dos assentamentos atendidos por convênio entre Emater e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).“A tendência é que as pessoas passem a usar sacolas retornáveis e isso é uma boa oportunidade para permitir às famílias rurais a geração de novos rendimentos”, explicou a economista doméstica da Emater-DF, Heloiza Helena Rodrigues.</p>
<p style="text-align: justify;">O aprendizado já tem deixado estimuladas as alunas, caso da moradora do assentamento Sonho Realizado (Água Fria-GO), Maria Lúcia Farias. “Nunca tinha mexido em uma máquina de costura e já estou fazendo direitinho. Estava mesmo precisando me ocupar e só tenho a agradecer por essa oportunidade”, contou. Meirivalda Rosa dos Santos, do assentamento Santo Antônio das Brancas, outra a demonstrar empolgação com o curso, acredita que a atividade vai permitir a entrada de um dinheiro a mais para sua família. “Nossa expectativa é conseguir vender as sacolas na Ceasa e passar a ter mais uma opção de renda em casa”, enfatizou.</p>
<p style="text-align: justify;">Parcerias – Conforme informações da Emater-DF, o material para confecção das sacolas é adquirido por meio de parcerias com instituições públicas e empresas privadas. A Agência de Fiscalização do DF (Agefis) fornece as faixas de propaganda recolhidas, enquanto uma padaria do DF faz a doação de sacos de fibra, que costumam ser utilizados para carregar trigo. Malharias também têm oferecido retalhos para o curso. Segundo o assessor da Emater-DF, Marcos Roedel, “a ideia é aumentar o número de parceiros e obter mais materiais para a confecção.”</p>
<p style="text-align: justify;">Juntamente com a Emater-DF, a iniciativa conta com a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), que promove o curso com a professora Idalina Maria Rodrigues e fornece os materiais básicos. As máquinas de costura foram emprestadas pelos escritórios regionais da Emater-DF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Serviço:</p>
<p>Curso para confecção de sacolas retornáveis</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Datas: 8 a 10 e 14 a 16 de fevereiro</p>
<p>Local: Escritório da Emater-DF no núcleo rural Taquara</p>
<p>Horário: 9h às 17h</p>
<p>Promoção: Emater-DF, Ceasa e Senar</p>
<p>Fonte: Agência Brasília</p>
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		<item>
		<title>A transição do foco social</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/a-transicao-do-foco-social/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[“Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas todos podem recomeçar e fazer um novo fim.” - Emmanuel por Chico Xavier. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2657" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="682880_82801179" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/682880_82801179.jpg" alt="" width="368" height="277" />Por: Antonio Tigre</p>
<p style="text-align: left;">“Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas todos podem recomeçar e fazer um novo fim.” &#8211; Emmanuel por Chico Xavier.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante nossas vidas somos compelidos a seguir uma direção de acordo com as expectativas sociais. Devemos estudar, nos destacar, passar por cima dos adversários profissionais e ganhar o máximo de dinheiro possível a qualquer custo. E o caminho espiritual, que valor ele tem em nossa sociedade? Desde tempos remotos este sempre foi o objetivo primordial da humanidade: alcançar Deus! Um estado pleno de paz mental. Mas a exigência da sociedade desde a infância é que você deve trabalhar e ganhar dinheiro para ser feliz; ninguém diz que você deve se trabalhar e ganhar a paz mental para ser feliz. Depois que se estressar e doar seu sangue para este foco social, quando estiver acabado e com problemas de saúde, vá a uma farmácia e compre drogas que sustentem a bilionária indústria farmacêutica, e depois faça uma plástica&#8230; Neste tempo em que possuímos mais farmácia do que padarias.</p>
<p style="text-align: justify;">Já paramos para cogitar que o foco social pode estar equivocado? Que somos seres divinos e temos possibilidade de escolha para seguir o caminho que melhor nos convém. Ou somos todos parte deste exército de homens de terno e sem cabeça? Em meditação podemos descobrir o que realmente nos realiza nesta vida. Podemos trocar as lentes e estabelecer um novo foco. Somos seres espirituais vivendo no plano material. A felicidade é uma conexão com o seu ser mais íntimo, e não com o material mais tosco que alimenta o ego por uma fração de segundos. É fundamental colocar o foco na intenção que te realiza como ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando estabelecemos disciplina espiritual, a mente se aquieta e a transformação passa a acontecer espontaneamente em nossas vidas. Essas práticas não precisam ser ortodoxas, podem ser práticas yogis milenares, surf, meditação dançada ou uma caminhada debaixo de árvores de manga&#8230; Não tema, não crie expectativa, dê um passo de cada vez dentro da sua ética pessoal. Todos sabemos o que nos faz bem e o que faz mal, temos o poder de decidir que caminho queremos seguir neste momento da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A vida vale muito à pena quando descobrimos que podemos mudar o foco e limpar a lente embaçada da vida. Temos todas as ferramentas para a transformação, então, mãos à obra!</p>
<p>Luz azul para todos</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antonio Tigre</p>
<p>http://antoniotigre.blogspot.com/antonio_tigre@hotmail.com</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alimentação saudável para as crianças</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/alimentacao-saudavel-para-as-criancas/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Você pode alimentar seus filhos e manter a sanidade no processo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2681" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Especialista-dá-dicas-para-manter-a-alimentação-saudável-da-criança_1" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/Especialista-dá-dicas-para-manter-a-alimentação-saudável-da-criança_1.jpg" alt="" width="430" height="320" />Procure seguir as seguintes dicas:</p>
<p style="text-align: justify;">•Se alimente primeiro. É igual aquela conversa de segurança no avião de colocar a máscara de ar primeiro em você e depois nas crianças. Cuide de você escolhendo alimentos integrais que agradam e sustentam você. Estenda seus próprios limites experimentando novos sabores. No processo, você modela hábitos saudáveis de alimentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">•Seja paciente e persistente “Eu servi couve ou alguma outra folha verde para meus filhos todo dia por quase dois anos antes de eles comerem”, diz Terry Walters, autor de Clean Food and Clean Start (sem tradução no Brasil). “Nunca os fiz comer. Mas queria que eles soubessem que isso era o jantar”. Estudos mostram que repetir a exposição a alimentos realmente afeta a probabilidade das crianças os comerem, então continue tentando.</p>
<p style="text-align: justify;">•Lanche esperto Jantar não é a única hora para pensar em nutrição. Dr. Bob Sears lembra os pais que lanches são uma oportunidade com menos pressão para entrar nas coisas boas (e evitar as ruins). Aqui vão algumas ideias para tentar: maçã fatiada com pasta de amêndoa; smoothies de fruta ou vegetais; iogurte com um pouco de mel e canela por cima.</p>
<p style="text-align: justify;">•Marque um encontro para cozinhar Escolha uma nova receita a cada semana e envolva a família inteira para descascar, misturar, gratinar e mexer. Então, sentem-se juntos e apreciem os frutos do seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">•Pense rápido No livro <em>The Cleaner Plate Club: More than 100 Recipes for Real Food Real Kids will Love</em> (sem tradução no Brasil), Beth Bader e Ali Benjamin sugerem ter um punhado de “jantares mais rápidos que fast food” no seu repertório semanal, incluindo refeições como ovos escalfados ou mexidos sobre folhas verdes salteadas ou arroz e vegetais no vapor com queijo feta.</p>
<p style="text-align: justify;">•Dê um tempo a você “Esqueça a ideia que você vai ser perfeito 100% do tempo, porque não vai acontecer”, diz Bader. “É legal dizer: estou fazendo um bom trabalho, e estou na direção certa. Algumas vezes é bom apenas estar nesse lugar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Salada de melão e nozes</strong></p>
<p>Rende 4 porções</p>
<p>2 pepinos japoneses cortados em cubos pequenos</p>
<p>1/2 melão pequeno para esculpir em bolinhas</p>
<p>3 xícaras (chá) de acelga picada (1 pé pequeno)</p>
<p>2 tomates sem pele e sem sementes, picados</p>
<p>2 talos de salsão picados</p>
<p>1 colher de sopa de semente de linhaça</p>
<p>3 colheres de sopa de proteína de soja granulada</p>
<p>6 nozes picadas</p>
<p>Molho de iogurte (receita abaixo)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Modo de preparo:</p>
<p>1- Em uma vasilha, misture bem o pepino, o melão, a acelga, o tomate, o salsão, a proteína de soja granulada e as nozes picadas.</p>
<p>2 &#8211; Coloque em uma travessa, regue com molho de iogurte para salada e salpique a linhaça. Sirva em seguida.</p>
<p>Dica: Para a salada ficar bastante fresquinha, deixe para prepará-la somente alguns minutos antes da hora de servir.</p>
<p>molho de iogurte e ervas</p>
<p>Ingredientes:</p>
<p>1 pote de iogurte natural desnatado</p>
<p>1 colher (sopa) de azeite</p>
<p>1 colher (chá) de mostarda</p>
<p>1 colher (sopa) de salsa picada</p>
<p>sal a gosto</p>
<p>1 colher (sopa) de cebolinha verde picada</p>
<p>Modo de preparo:</p>
<p>1. Misture em uma tigela o iogurte, o azeite, a mostarda, a salsa e a cebolinha.</p>
<p>2. Sirva acompanhando saladas.</p>
<p>Receita cedida por Ana Maria Martins – Nutricius – Nutrição esportiva e qualidade de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O Progresso que desejamos</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 18:16:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[A capacidade de continuar a crescer nos padrões a que estamos acostumados esbarra nos limites físicos do planeta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-2644" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="2007-087918-20071106" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/2007-087918-20071106.jpg" alt="" width="500" height="375" />RIO &#8211; Enquanto a evolução da crise mundial polariza o debate em torno de uma solução — entre os que defendem que os governos aumentem seus gastos para estimular o crescimento e os que sustentam que somente a adoção de planos de austeridade será capaz de acalmar os mercados —, o economista André Lara Resende analisa a questão sobre um novo ângulo. Um dos pais do Plano Real, ele diz que existe uma nova restrição: o fato de que atingimos os limites do planeta e, por isso, não podemos mais contar com a expansão da economia como um antídoto contra a crise.</p>
<p>— A capacidade de continuar a crescer nos padrões a que estamos acostumados esbarra nos limites físicos do planeta — afirma André Lara, hoje sócio da Lanx Capital, uma das maiores gestoras de recursos do país.</p>
<p>Recentemente, o economista jogou luz sobre o assunto ao escrever um artigo no jornal “Valor Econômico”, em que recomendava o livro de Paul Gilding, “A Grande Ruptura”, que também aborda o problema. Segundo André Lara, será preciso rever o que consideramos progresso, mas a sociedade não parece caminhar neste sentido:</p>
<p>— Infelizmente, a recusa de ver e agir em relação aos limites ecológicos vai nos levar a uma transição muito mais desordenada e onerosa do que se nos tivéssemos sidos capazes de nos programar para ela — diz, em entrevista por e-mail ao GLOBO.</p>
<p>O GLOBO: <strong>O senhor diz que o remédio keynesiano (economista John Maynard Keynes, que defendia a retomada do crescimento, através de gastos públicos e estímulos ao consumo) para superar a crise e o elevado endividamento público não pode mais ser aplicado hoje e diz que a insistência nesse modelo &#8220;pode ser uma ortodoxia anacrônica&#8221;. Mas como sair da crise, já que só crescendo resolveríamos o problema econômico?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA RESENDE: O crescimento reduz o tamanho relativo das dívidas, tanto privadas como públicas. É a forma menos onerosa e mais eficaz de resolver o problema da indigestão do endividamento excessivo, que ocorre após as grandes crises. Nos anos 30 do século passado, Keynes, com seu talento, sua capacidade de pensar de forma independente e imaginativa, mostrou como é possível usar os gastos públicos para reanimar uma economia estagnada. A situação dos anos 30 era diferente da atual em dois aspectos. Primeiro, porque a depressão levou a uma quebra generalizada, que eliminou o excesso de endividamento. O gasto público funciona como motor de arranque numa economia devastada, mas onde não há mais excesso de endividamento. Não é o caso hoje, porque a ação preventiva dos governos e dos bancos centrais evitou o colapso depressivo, mas em contrapartida, transferiu dívidas do setor privado para o setor público, que já está excessivamente endividado. Segundo — e esta é a restrição nova — porque a capacidade de continuar a crescer nos padrões a que estamos acostumados, por meio do aumento da produção e do consumo de bens materiais, para uma população mundial 40 vezes superior ao que sempre foi até a Revolução Industrial, esbarra nos limites físicos do planeta.</p>
<p><strong>A teoria econômica sempre associou o crescimento ao bem-estar. Há ganho de renda, consumo&#8230; É possível ter um sem o outro?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: Para a teoria econômica, crescimento e bem-estar sempre estiveram associados. Enquanto o nível de consumo é muito baixo, a correlação entre os dois é muito alta. Faz então sentido usar crescimento do produto, uma medida relativamente fácil de ser observada, como indicador de bem-estar. Sabe-se hoje, que a partir do momento em que as necessidades básicas estão superadas, o aumento da renda e da disponibilidade de bens materiais tem muito pouca correlação com o bem estar. Muito mais do que ao aumento do consumo material, o bem-estar passa então a estar associado à coesão social, à qualidade da vida comunitária e a uma menor desigualdade. Pode-se, com certeza, ter aumento de bem estar sem crescimento do consumo material. Para isso, é preciso romper com o equívoco mais agressivamente promovido na modernidade: o de que para ser feliz é preciso consumir, ainda que coisas cada vez mais desnecessárias.</p>
<p><strong>O que dizer aos milhões que vivem na miséria no mundo hoje? Como eles sairão da pobreza se precisaremos parar de crescer?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: A questão da pobreza, da miséria em que vive ainda grande parte da população mundial, é séria e precisa ser atacada com urgência, mas, se o extraordinário crescimento material dos últimos séculos não resolveu o problema da miséria até hoje, é porque nunca irá resolver. Levantar a bandeira do crescimento material, baseado no consumo de bens cada vez mais supérfluos, em nome do combate à miséria no mundo, é profundamente desonesto.</p>
<p><strong>E para os que estão saindo agora da pobreza e finalmente podendo comprar, caso da classe C no Brasil? Como dizer a eles que não podem consumir porque chegamos ao limite do planeta?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: A solução não é produzir e consumir mais bens materiais, mas sim reduzir a desigualdade de padrões de consumo. Não é preciso impedir que os mais pobres tenham acesso a um padrão de vida decente, mas sim interromper a espiral de aspirações consumistas estapafúrdias de toda sociedade. Aspirações alimentadas pela propaganda, tanto explícita, como subliminar, mas, sobretudo, enganosa, de que quem mais consome é mais feliz.</p>
<p><strong>Essa ruptura seria o enterro formal do capitalismo como conhecemos hoje?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: Ao esbarrarmos nos limites físicos do planeta, teremos necessariamente que rever o que consideramos progresso, o que exige rever nossa visão de mundo. O sistema de preços competitivos, como sinalizadores da produção e do consumo, será sempre uma ferramenta fundamental para a organização da economia. Não me parece possível, nem desejável, prescindir do sistema de preços, sobretudo, no momento em que a economia precisa passar por uma reorganização profunda. É preciso, isto sim, ter consciência das suas limitações. No caso dos bens públicos, para os quais o consumo não tem custo individual, mas há custo coletivo, o sistema de preços não cumpre seu papel.</p>
<p><strong>O Japão não cresce há quase 20 anos e tem elevado nível de qualidade de vida. O país pode ser um modelo a ser adotado neste novo padrão que a sociedade precisará ter?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: A estagnação da economia japonesa, que já dura mais de 15 anos, desde o estouro da bolha imobiliária por lá, pode ser vista como precursora das dificuldades que as demais economias avançadas enfrentam, desde a crise de 2008. A homogeneidade cultural e social do Japão é, sem dúvida, fator importante para que o país tenha resistido relativamente bem à economia estagnada.</p>
<p><strong>Alguns críticos dizem que a tese da ruptura brusca e traumática, e até com racionamento, surge da incapacidade de os economistas explicarem como se sai da crise. O que o senhor acha disso?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: Compreender as dificuldades e pensar como superá-las é responsabilidade coletiva. Não é atribuição exclusiva de economistas.</p>
<p><strong>Ao mesmo tempo em que o planeta dá sinais de esgotamento, os governos não parecem sensíveis ao tema. Como resolver o problema sem uma política pública clara e direcionada?</strong></p>
<p>ANDRÉ LARA: Apesar de muito barulho, parece não haver ainda uma verdadeira consciência de que os limites físicos do planeta foram ou estão prestes a serem atingidos. Temos grande dificuldade de ver e aceitar o que nos obrigaria a mudar nossa visão de mundo. Infelizmente, a recusa de ver e agir em relação os limites ecológicos, vai nos levar a uma transição muito mais desordenada e onerosa do que se nos tivéssemos sidos capazes de nos programar para ela.</p>
<p>Leia mais sobre esse assunto em <a href="http://oglobo.globo.com/economia/andre-lara-resende-temos-que-rever-que-consideramos-progresso-3884967#ixzz1mHp5oWF0">http://oglobo.globo.com/economia/andre-lara-resende-temos-que-rever-que-consideramos-progresso-3884967#ixzz1mHp5oWF0</a><br />
© 1996 &#8211; 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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		<title>ONU encerra Ano Internacional das Florestas 2011</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/onu-encerra-ano-internacional-das-florestas-2011/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:30:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada um de nós, todos os sete milhões de habitantes da terra, temos nossa saúde espiritual, econômica e física ligada às florestas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2634" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="1336340_33097722" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/1336340_33097722.jpg" alt="" width="368" height="245" />As Nações Unidas encerraram oficialmente no último dia 9 as atividades do Ano Internacional das Florestas, com o lançamento do Prêmio Heróis da Floresta, que homenageou três brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">“Cada um de nós, todos os sete milhões de habitantes da terra, temos nossa saúde espiritual, econômica e física ligada às florestas”, afirmou a chefe do Secretariado do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (UNFF), Jan McAlpine. De acordo com o Conselho Econômico e Social da ONU (ECOSOC), as florestas cobrem 31% da área terrestre do mundo, armazena mais de um trilhão de toneladas de carbono e fornece meios de subsistência para mais de 1,6 bilhão de pessoas. No entanto, o desmatamento é responsável por 12 a 20% das emissões globais de gases de efeito estufa que contribuem para o aquecimento global.</p>
<p style="text-align: justify;">“Lançamos o Prêmio Heróis da Floresta do Ano Internacional da Floresta 2011 para identificar e homenagear os inúmeros indivíduos ao redor do mundo que se dedicam a cuidar das florestas de forma heroica e serena. O programa visa destacar pessoas comuns que trabalham para fazer mudanças positivas para as florestas”, afirmou McAlpine.</p>
<p style="text-align: justify;">O ativista brasileiro Paulo Adario, defensor do meio ambiente, recebeu o prêmio de Herói da Floresta por sua dedicação na proteção da Amazônia brasileira e de suas comunidades. O júri decidiu ainda fazer uma homenagem aos extrativistas José Claudio Ribeiro e Maria do Espírito Santo tragicamente assassinados ano passado no Pará ao tentarem defender a floresta amazônica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo de 2011, a ONU organizou uma série de eventos e atividades para destacar o valor das florestas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.onu.org.br/">http://www.onu.org.br</a></p>
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		<title>Documento da ONU mapeia jovens e o seu mercado de trabalho</title>
		<link>http://www.uniaoplanetaria.org.br/blog/02/2012/documento-da-onu-mapeia-jovens-e-o-seu-mercado-de-trabalho/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 02:01:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Miguel Alves Pinto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, jovens de todo mundo contribuem por meio de mídias sociais para a elaboração do Relatório Mundial da Juventude.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-2616" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="1194812_14675249" src="http://www.uniaoplanetaria.org.br/wp-content/uploads/2012/02/1194812_14675249.jpg" alt="" width="332" height="368" />Pela primeira vez, jovens de todo mundo contribuem, por meio de mídias sociais para a elaboração do Relatório Mundial da Juventude, cuja edição mais recente aborda o “Emprego de Jovens: Perspectivas da Juventude na Busca de Trabalho Decente em Tempos de Mudança“.</p>
<p style="text-align: justify;">Jovens de todo o mundo estão preocupados com a falta de oportunidades de trabalho e pedem aumento do investimento nesta área, afirma o documento divulgado em 6 de fevereiro pelo Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (DESA).</p>
<p style="text-align: justify;">Na sequência da crise econômica, a taxa de desemprego global de juventude atingiu seu recorde histórico em 2009, quando cerca de 75,8 milhões de jovens ficaram desempregados. Nas desacelerações econômicas, jovens são muitas vezes os últimos contratados e os primeiros demitidos. Em 2010, a taxa de desemprego global de jovens era 12,6%, muito maior do que a taxa de desemprego mundial adulto de 4,8%.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, cerca de 152 milhões de trabalhadores jovens são de famílias que estão abaixo da linha da pobreza (vivem com menos de 1,25 dólar por dia), compreendendo 24% dos trabalhadores pobres do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">A diferença de gênero afeta rapazes e moças: em 2010, a taxa de desemprego total dos jovens foi de 25,5% no Oriente Médio e 23,8% no Norte da África. O desemprego entre as moças nessas regiões foi particularmente alto, chegando a 39,4% no Oriente Médio e a 34,1% no Norte de África.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2010, a taxa de desemprego global para jovens do sexo feminino foi de 12,9%, comparada com 12,5% para os homens jovens. Nas economias desenvolvidas, na União Europeia e no leste da Ásia, o homem jovem tem experimentado taxas de desemprego ligeiramente mais elevadas do que as mulheres jovens.</p>
<p><strong>Opinião dos jovens</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para elaborar o relatório, a ONU contatou jovens e representantes de organizações de jovens que foram convidados a compartilhar, por meio de plataformas digitais e mídias sociais, suas opiniões, experiências e recomendações sobre a preparação para ingressar, como ter o acesso e como permanecer no mercado de trabalho. Foram recebidas aproximadamente 1,1 mil contribuições (incluindo fotos e vídeos) durante quatro semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">O relatório revela também que os jovens estão preocupados com a qualidade e a relevância de sua educação, como diz Amadou, um rapaz senegalês de 24 anos: “Hoje, deveria ser mais fácil encontrar um emprego porque nossa geração é mais educada, mas há uma inadequação entre a formação oferecida e as necessidades do mercado de trabalho.”</p>
<p style="text-align: justify;">Outros assuntos de interesse incluem a vulnerabilidade do trabalho, a migração laboral, o atraso no casamento, bem como idade, sexo e discriminação racial.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas as oportunidades oferecidas pelos empregos verdes, novas tecnologias e empreendedorismo contribuem para proporcionar esperança para os jovens, que também salientam a necessidade de ser pró-ativo e manter uma visão positiva para encontrar empregos decentes, como diz o espanhol Leo, de 28 anos: “Precisamos inovar, arriscar, criar.”</p>
<p>Este é o primeiro ano em que também é possível interagir e partilhar ideias pelo site do relatório.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contatos para a imprensa:</p>
<p>Departamento de Informação Pública da ONU</p>
<p>Mélanie Prud’homme</p>
<p>Tel: +917-367-3541 | prudhommem@un.org</p>
<p>Charlotte Scaddan</p>
<p>Tel: +917-367-9378 | scaddan@un.org</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Especialistas disponíveis para entrevistas</p>
<p>Gail Gershon</p>
<p>Diretora Executiva da Community Leadership, Gap Inc. (inglês)</p>
<p>gail_gershon@gap.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sarah Huxley</p>
<p>Especialista em infância e juventude da Lead Moderator of the E-discussion (inglês)</p>
<p>sarahhuxley@hotmail.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sergio Andrés Iriarte Quezada</p>
<p>Assessor de Compartilhamento de Conhecimento do Programa de Emprego para Jovens da Organização Internacional do Trabalho (português, espanhol, inglês, francês e alemão)</p>
<p>iriarte@ilo.org</p>
<p>Mais informações</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio)</p>
<p>Valéria Schilling</p>
<p>(21) 2253-2211 e (21) 8202-0171</p>
<p>valeria.schilling@unic.org</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: ONU</p>
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