Um bilhão e duzentos milhões de pessoas sobrevivem com menos do que o equivalente a $1,00 (PPC — paridade do poder de compra, que elimina a diferença de preços entre os países) por dia. Mas tal situação já começou a mudar em pelo menos 43 países, cujos povos somam 60% da população mundial. Nesses lugares há avanços rumo à meta de, até 2015, reduzir pela metade o número de pessoas que ganham quase nada e que — por falta de emprego e de renda – não consomem e passam fome.
Exemplos de possíveis ações empresariais e associativas com o poder público, ONGs, grupos representativos locais e fornecedores
Estímulo à agricultura familiar e comunitária de subsistência; Combate à fome em regiões metropolitanas e rurais, através de iniciativas de voluntariado, distribuição e capacitação de mão de obra na elaboração de alimentos básicos; Programas de apoio à merenda escolar; Apoio a programas de educação, capacitação e inclusão digital de crianças e jovens para futura inserção no mercado de trabalho; Programas de redução do analfabetismo funcional, familiar e da comunidade de interferência; Apoio à geração alternativa de renda, através de estruturação de cooperativas e aproveitamento da produção em suas atividades e suporte na comercialização de excedente; Implementação de políticas de diversidade, com inclusão de minorias étnicas, portadores de deficiência, outros grupos discriminados, etc.
Metas e indicadores
| Metas | Indicadores |
| 1. Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população com renda inferior a um dólar por dia 2. Reduzir pela metade, até 2015, a proporção da população que sofre de fome |
1. Proporção da população que ganha menos de um dólar por dia 2. Índice de hiato de pobreza (incidência x grau de pobreza) 3. Participação dos 20% mais pobres da população na renda ou no consumo nacional 4. Prevalência de crianças (com menos de 5 anos) abaixo do peso5. Proporção da população que não atinge o nível mínimo de crescimento dietético de calorias |
Como ajudar
- Combater a fome em regiões metropolitanas e rurais, através de iniciativas de voluntariado, distribuição e capacitação de mão-de-obra na elaboração de alimentos básicos;
- Incentivar programas de apoio à merenda escolar e educação alimentar;
- Ensinar organizações sociais e famílias a aproveitarem melhor os alimentos, evitando o desperdício;
- Apoiar a geração alternativa de renda, através de estruturação de cooperativas e aproveitamento da produção em suas atividades e suporte na comercialização de excedente;
- Apoiar programas de educação, capacitação e inclusão digital de crianças e jovens para futura inserção no mercado de trabalho.
- Estimular a agricultura familiar e comunitária de subsistência;








